Estudo de caso: vômito e diarréia na Nova Medicina Germânica

Estudo de caso: vômito e diarréia na Nova Medicina Germânica

Hoje estamos iniciando uma série de vídeos sobre alguns estudos de caso relacionado a Germânica Heilkunde, e essa série de vídeo tem o objetivo de passar uma melhor informação a você que quer aprender sobre a Germânica.

Nosso primeiro estudo de caso vai falar sobre uma paciente que tinha 17 anos e os sintomas dela eram de vômitos e diarreia há 3 dias, ela se sentia cansada, e com náuseas e também já estavam diminuindo, seu estado ainda não era 100%.

[Então, segundo a visão desta nova medicina, o órgão afetada aqui é a pequena curvatura do estômago, e a folha embrionária afetada é o ectoderma, e quem controla tudo isso é o córtex cerebral. Também o segundo órgão afetado é o intestino delgado- onde temos a folha embrionária endoderma, que o tronco cerebral tem o controle.

Qual seria a explicação da Germânica para tudo isso?

A parte ectodérmica do estomago é relacionada com um conflito de raiva territorial, ou contrariedade indigesta em território. Esse programa envolve ulceração na musculatura da curvatura menor do estomago durante a fase de conflito ativo e a restauração da ulcera na fase Pcl, fase de cura. As crises de vomito surgem na epicrise, por isso sabemos que a paciente estava na fase pcl-B.

Já o Intestino delgado, o conflito relacionado é de “ conflito indigesto”. Eu não consigo aceitar essa situação. Na fase ativa do conflito á uma proliferação celular no intestino delgado (sem dor). Na fase pcl, fase de cura há uma eliminação dessas células e consequentemente diarréia. O conflito deve ser identificado para ajudá-la a chegar a fase de normalidade do corpo sem ansiedade.

Qual foi o conflito vivenciado?

Em um almoço de domingo encontrou-se com sua família, onde seu tio começou a perguntar sobre seu trabalho, e falar ao mesmo tempo coisas absurdas de que o seu trabalho não era o melhor pra ela, e que iria contra os princípios da família. Ao mesmo tempo seu tio questionava na frente de todos os familiares perguntas que seriam de um assunto pessoal da vida dela. Ela trabalhava com terapias holísticas e relatou que não gostou a deixou extremamente chateada.

Resultados

A paciente compreendeu qual era o conflito biológico que seu corpo estava respondendo e disse que estava melhorou após uma conversa com sua mãe onde pode falar sobre como tudo aquilo foi indigesto. A mãe a acalmou e disse que todos já haviam discutido com esse mesmo tio e que ele tinha alguns problemas que era dele, que não era pra ela se sentir mal pois é normal acontecer essas discussão com esse tio. Após um dia da sessão paciente não tinha mais sintomas.

Assista ao vídeo:

 

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Conheça ainda mais a Germânica Heilkunde através do nosso ebook:

Nova-medicina-germanica-pdf

Este blog é apenas um blog educativo. As informações e serviços aqui contidos não devem ser interpretados como um diagnóstico, tratamento, prescrição ou cura para a doença. Aqueles que buscam tratamento para uma doença específica devem consultar seu médico para determinar o protocolo de tratamento adequado, correto e aceito antes de usar qualquer coisa que é divulgado nesta página. O material referenciado acima reflete a convicção sincera da Dra. Marina Bernardi sobre esta nova medicina.

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  • Eu olhei a receita, e me bateu uma enorme tristeza. Como uma pessoa que estudava há 10 anos sobre a cura interior, poderia tomar pela segunda vez um antibiótico por não conseguir aliviar os sintomas sozinha? Eu estava com uma dor na minha garganta, já não conseguia engolir mais nada. Já tinha tomado uma caixa de antibiótico contra a vontade,( depois de mais de 15 anos sem antibióticos) e quando cheguei na consulta, o médico não acreditou que o antibiótico + anti-inflamatório não havia dado resultado, a dor e os sintomas retornaram. O médico perguntou: Quando começou? Adivinha o que eu respondi? Depois que eu e meu marido discutimos. E ele, fingiu que acreditava com aquele olhar que diz: Mais alguma coisa? Fiquei com cara de paisagem ali, e disse “eu acho que é emocional” E ele falou, pode ser que seja refluxo também. E me deu aquela vontade de dizer, "sim doutor, é contrariedade indigesta, eu estou bastante irritada" E ele disse é possível que tenha refluxo e então as bactérias precisam agir ali... Eu tinha certeza que era refluxo, pela situação que vivi. Então ele disse, infelizmente tem placas e você precisa tomar mais uma caixa de antibiótico. Eu pensei comigo “Nãoooooo. EU VOU DAR UM JEITO NISSO.” Mas só pensei, não disse. E falei Ok, obrigada. Eu voltei pra casa derrotada. Minha cara de angustiada dizia tudo quando eu me olhava no espelho. (continua nos comentários)

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