Como explicar a compulsividade em roer unhas (onicofagia)?

Através deste novo artigo, pretendo esclarecer sobre a compulsividade em roer unhas ou onicofagia, de acordo com estudos de Dr. Hamer.

Conforme descoberta de Dr. Hamer, a origem da maioria das doenças tem relação com um conflito que ocorre de forma inesperada e traumática na vida de um indivíduo.

Qual é o conflito biológico ligado à compulsividade em roer unhas?

O conflito biológico relacionado a onicofagia (compulsividade em roer unhas) é um conflito de mordida, experimentado como não ser capaz de “morder” um oponente porque o indivíduo está em uma posição mais fraca.

A compulsividade em roer unhas é classificada como um “transtorno obsessivo compulsivo”. O objetivo da compulsão é compensar a incapacidade de “morder” (sentido figurado) um oponente ou de se defender verbalmente.

Normalmente, o ato de roer as unhas é desencadeado pelo estabelecimento de um trilho de conflito (uma determinada situação ou o encontro com uma pessoa que estava envolvida quando os conflitos ocorreram pela primeira vez). 

O estresse agrava o comportamento. Com intensa atividade de conflito ou um trilho muito forte, o roer das unhas torna-se compulsivo.

Assista o vídeo abaixo, onde falo sobre a compulsão em roer unhas:

Por que principalmente as crianças roem as unhas compulsivamente?

Compulsividade em roer unhas segundo a Germânica Heilkunde

Devido a natureza do conflito de mordida (estar em uma posição mais fraca em relação a um pai, um irmão mais velho, professor, colega de escola, uma resistência crescente contra as autoridades), podemos imaginar porque o ato de roer as unhas compulsivamente seja mais comum em crianças e adolescentes.

Nós sabemos que muitos comportamentos e sintomas que temos no corpo ocorrem depois de grandes impactos em nossa vida. Impactos que fazem com que nosso corpo busque uma forma de se defender ou de sobreviver, sendo que roer as unhas não é diferente disso.

Essa compulsão pode ser também um modo de buscar ajuda para o corpo, devido alguma situação que essa criança ou pessoa esteja passando.

Nós não entendemos porque nosso corpo apresenta alguns sintomas, mas quando compreendemos a real causa, tudo começa a fazer sentido.

O ato de roer unhas se encaixa em uma classificação de conflitos onde podemos citar também as contrariedades (algo que a criança não aceita, não quer fazer ou até mesmo não pode fazer).

Contrariedades que muitas vezes são confundidas com ansiedade, porque o sentimento que aparece pode vir acompanhado de uma inquietação.

O fato de roer unhas também pode ser considerado um ato de agressão a si mesmo. Dr. Hamer compreendeu que pessoas que se agridem não fazem isso ao acaso, fazem isso porque estão vivendo esses conflitos, que geralmente são mais de um, por isso chamamos de constelação.

O animal usa as suas garras na natureza para se defender, captar ou agarrar sua presa. As unhas são as “nossas garras” e quando não podemos usá-las, é possível que ocorra uma automutilação, para poder aliviar esse sentimento de “não poder fazer”.

Posso colocar como exemplo: crianças que não podem expressar a sua raiva ou que são obrigadas a fazer algo, aqui também inclui até algo que sentem medo, mas que mesmo assim devem fazer.

Como podemos ajudar essa criança ou paciente?

A principal dúvida a ser esclarecida é saber quando essa criança/ paciente começou a roer as unhas.

Devemos entender o que estava se passando na vida dessa criança/ paciente para buscar a causa real.

Outras questões que gosto muito de fazer é se esta pessoa apresenta raiva é buscar identificar de quem poderia ser e quais situações está causando isso. Eu vejo isso acontecer muito em crianças que estão com pressão na escola, estão muito atarefadas ou que possuem muitas regras em casa.

O fato é que cada criança é diferente e reage diferente a situações, sendo que os pais precisam compreender que às vezes uma conduta pode ser benéfica para um filho, mas não para o outro.

Conclusão

Espero que você tenha entendido sobre a compulsividade em roer unhas de acordo com a Medicina Germânica Heilkunde.

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Este blog é apenas um blog educativo. As informações e serviços aqui contidos não devem ser interpretados como um diagnóstico, tratamento, prescrição ou cura para a doença. Aqueles que buscam tratamento para uma doença específica devem consultar seu médico para determinar o protocolo de tratamento adequado, correto e aceito antes de usar qualquer coisa que é divulgado nesta página. O material referenciado acima reflete a convicção sincera da Dra. Marina Bernardi sobre esta nova medicina.