Crenças: até que ponto elas influenciam no seu corpo?

Crenças: até que ponto elas influenciam no seu corpo?

Até que ponto suas crenças influenciam em seu corpo?

São muitas as pessoas que acreditam que uma crença negativa pode originar doenças em seu corpo, ou contrair vírus, bactérias…Mas até que ponto as crenças influenciam em seu corpo?

Para entendermos melhor esse processo é necessário citarmos os estudos da epigenética, que concluíram que os nossos genes são capazes de alterações, em respostas ao ambiente que a pessoa vive. Esses ajustes são feitos através da captação de sinais de fora das células, incluindo crenças e pensamentos.

Os estudos de Bruce Lipton, apresentados em “Biologia da Crença” (2005) são baseados em ciência. Através de seus experimentos Dr. Lipton demonstra que o comportamento das células e a expressão epigenética dos genes são de fato influenciados pelas crenças da pessoa e pela sua percepção do mundo. Isso representa uma reviravolta profunda: deixarmos de ser controlados pelos nossos genes e passarmos a controlá-los.

Neste caso, deixamos de ser vítimas e nos tornamos mestres de nosso destino. O Dr. Joe Dispenza (“Evolve Your Brain”, 2006) introduz a “Biologia da Mudança” inspirando-se em pesquisa intrigante, vinda do campo emergente da neuroplasticidade.

Segundo as descobertas da nova física da mecânica quântica, as descobertas de Lipton e as de Dispenza comprovam, seja no nível celular, seja no nível neurológico, que a mente é um poderoso co-criador na nossa realidade.

As crenças são capazes de desenvolver as doenças?

Baseando-se em princípios de que “a mente controla os genes” ou os “pensamentos mudam a biologia” poderíamos concluir que os pensamentos podem ter relação com a causa das doenças.

Isso está bem a primeira vista, porém se formos mais a fundo, a teoria de que crenças e pensamentos por exemplo de que “uma crença negativa pode adoecer você” causem doenças não explica porque a pessoa desenvolve doenças específicas.

Por exemplo, porque uma mulher desenvolve um câncer em ductos mamários e não nas glândulas mamárias. Ou por que o tumor cresce rápido ou devagar, e, também por que nem toda mulher que “acredita” em câncer de mama, ou melhor, que é condicionada a temer o câncer de mama – coisa que acontece com a grande maioria das mulheres – acaba desenvolvendo câncer.

Além disso, mamíferos e outras espécies também desenvolvem doenças, inclusive muitos tipos de cânceres, embora, muito provavelmente, não “acreditem em doenças”.

Com isso podemos dizer que as crenças e pensamentos tem influencia sim em nosso corpo podem melhoram ou piorar o nosso estado e interferem significativamente no desenvolvimento das doenças, porém não podem ser ditas como causa real das mesmas.

“A natureza jamais nos engana; sempre somos nós que nos enganamos a nós mesmos.” – Rousseau

Tudo que nos foi ensinado até agora baseiam-se no conceito de que as doenças são disfunções do organismo. Pensa-se que as doenças são causadas por micróbios patogênicos, células cancerosas malignas, mutações genéticas defectivas, um sistema imunitário fraco, toxinas ambientais, poluição eletromagnética, radiação geopática, carcinógenos, tabagismo, dieta incorreta, obesidade, deficiências nutricionais, níveis de pH desequilibrados, hormônios, canais dentários, estresse, crenças negativas, etc.

Conheça o método PSYCH-K que trabalha as crenças no subsconciente: PSYCH-K

 A descoberta inovadora do Dr. Hamer – de que as doenças não são “desordens” sem sentido, mas sim processos biológicos significativos, que tentam salvar o organismo ao invés de destruí-lo, juntamente com suas descobertas de que as doenças não são “erros” da Natureza, mas sim,  programas Biológicos Especiais da Natureza, criados para udar o indivíduo durante um impacto emocional.

Complementam os estudos da epigenética onde pode-se concluir que as doenças não são genéticas mas sim acionadas, como um gatilho, com impactos biológicos que fazem desenvolver um programa de emergência para esse individuo e isso se dá através dos sinalizadores que são como antenas nas células, e comunicação entre as mesmas de acordo com o  ambiente que a pessoa vive.

Dr. Hamer compreendeu que o cérebro age como mediador entre a psique e o corpo, com ambos recebendo e transmitindo funções. Ele identificou o cérebro como a estação de controle biológico, a partir de onde esses programas emergenciais codificados são dirigidos e coordenados.

Concluimos então que as crenças tem influência direta em nosso corpo em melhorar ou piorar nosso estado geral. Sempre que temos uma doença em desenvolvimento é sábio termos em mente crenças positivas e pensamentos saudáveis para que o processo seja mais tranquilo, até que retorne a normalidade. Também a diminuição da intensidade dos conflitos, e maior rapidez de retorno a normalidade do corpo.

Assista ao VÍDEO AQUI:

 

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Este blog é apenas um blog educativo. As informações e serviços aqui contidos não devem ser interpretados como um diagnóstico, tratamento, prescrição ou cura para a doença. Aqueles que buscam tratamento para uma doença específica devem consultar seu médico para determinar o protocolo de tratamento adequado, correto e aceito antes de usar qualquer coisa que é divulgado nesta página. O material referenciado acima reflete a convicção sincera da Dra. Marina Bernardi sobre esta nova medicina.

 

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Não julgue ou compare seu filho com outros bebês, aceite ele como um ser único e sua forma de se expressar.Cada bebê tem sua forma de perceber e sentir as coisas ao seu redor e, dependendo da forma que ele vive essa experiência, seu corpo pode responder através o choro excessivo. ✔️2.ENTENDER
Entenda que o fato do bebê chorar muito pode estar diretamente relacionado com conflitos que aconteceram ainda na barriga da mãe.O que para uma mãe pode ser tranquilo, para seu bebê dentro da barriga pode ser altamente desconfortável.Imagine que cheguem visitas em sua casa e que, apesar da mãe estar se divertido, conversando e escutando música junto com seus amigos, essa situação pode ser uma experiência desconfortável para o bebê.As músicas e as vozes que ele escuta podem estar altas demais e dependendo do tom das vozes pode até parecer ameaçador para ele. ✔️3.ACOLHER
Depois de aceitar e entender, é hora de acolher seu bebê com muito amor para ajudá-lo a superar o conflito que passou e resolver a causa do choro excessivo de uma vez por todas.Quando o bebê precisa da mãe e não encontra o apoio necessário, ele continua com o conflito e o choro excessivo é uma forma de mostrar isso.Quando a mãe aceita, entende e acolhe seu bebê ele se sente seguro e amado e, muitas vezes, é tudo o que ele precisa para mudar seu comportamento, parar de chorar e ficar tranquilo.Gostou então compartilhe com alguém que precisa saber disso!
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