Saiba sobre alergia de pele em crianças

Neste novo artigo pretendo esclarecer sobre alergia de pele em crianças segundo a Medicina Germânica Heilkunde.

A epiderme é predominantemente responsável pela percepção sensorial, como temperatura, pressão e toque. 

A maioria das células da epiderme são queratinócitos (células produtoras de queratina) que se originam na camada mais profunda da epiderme, chamada de estrato basal.

Conforme descoberta de Dr. Hamer, a maioria das doenças, inclusive as chamadas “infantis”, estão relacionadas a um conflito biológico (evento traumático e inesperado que ocorre na vida de uma pessoa).

Qual é o conflito biológico relacionado à alergia de pele em crianças?

O conflito biológico relacionado à epiderme é um conflito de separação experimentado como uma perda de contato físico. 

As crianças geralmente experimentam conflitos de separação quando:

  • São repreendidas, punidas ou maltratadas;
  • Quando nasce um novo irmão que ganha mais atenção;
  • Quando os pais se separam; 
  • Quando não têm permissão para ver os amigos;
  • Quando têm que se separar de uma boneca favorita, ursinho de pelúcia ou animal de estimação que gostam de acariciar; 
  • Quando a mãe volta ao trabalho;
  • Quando elas são colocadas em creches ou quando ficam com uma babá. 

Da mesma forma, o conflito também se refere a querer se separar de uma pessoa no sentido de “querer, mas não ser capaz de afastar alguém” (literal ou figurativamente), por exemplo: um professor aterrorizante, um colega de escola chato ou um pai  abusivo.

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Fase ativa do conflito

Durante a fase ativa do conflito, a epiderme ulcera na(s) área(s) associada(s) à separação. As ulcerações são microscópicas e geralmente passam despercebidas. 

Com a atividade contínua de conflito, no entanto, a pele fica seca, áspera, escamosa, pálida e fria devido à má circulação sanguínea. Eventualmente, a pele começa a rachar causando fissuras que podem sangrar.

Um sintoma típico da fase ativa do conflito é uma perda de memória de curto prazo, que serve ao propósito de “esquecer” temporariamente aquele que foi “arrancado da pele” bloqueando a memória.

A perda de memória de curto prazo atinge a primeira parte da fase de cura. Nas crianças, a memória insuficiente mostra-se como dificuldades de aprendizagem e problemas de focalização, hoje denominados de Transtorno de Déficit de Atenção (DDA).

Fase de cura

Durante a primeira parte da fase de cicatrização, a área ulcerada da pele é reabastecida por meio da proliferação celular. 

A pele incha, fica vermelha, inflamada, irritada, com coceira e sensível ao toque (hipersensibilidade). Os pequenos edemas cheios de líquido aparecem como bolhas. 

Após a crise epileptóide, as bolhas secam e a pele se normaliza, desde que não haja recidivas de conflito.

Conclusão

Espero que você tenha entendido sobre alergia de pele em crianças segundo a nova medicina.

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Este blog é apenas um blog educativo. As informações e serviços aqui contidos não devem ser interpretados como um diagnóstico, tratamento, prescrição ou cura para a doença. Aqueles que buscam tratamento para uma doença específica devem consultar seu médico para determinar o protocolo de tratamento adequado, correto e aceito antes de usar qualquer coisa que é divulgado nesta página. O material referenciado acima reflete a convicção sincera da Dra. Marina Bernardi sobre esta nova medicina.