Porque não usar opióides ou opiáceos para aliviar a dor?

Saiba os efeitos dos opióides ou opiáceos

Mesmo com dores intensas como no caso de pacientes com câncer, queimaduras graves e outros casos, por que não recomendamos a utilização de opiódes ou opiáceos? Falarei sobre isso nesse artigo.

O ópio é um líquido leitoso que escorre da planta chamada “Papayer somniferum’’, quando é feito um corte nela. No oriente é conhecida como papoula do oriente.

Muitas substâncias podem ser extraídas do ópio, como a morfina e a codeína.

Médicos evitam receitar a morfina e outros narcóticos para seus pacientes com câncer, devido aos efeitos tóxicos destas drogas, mesmo os pacientes que apresentam dores extremamente fortes.

O que torna essa substância ainda mais perigosa é o alto risco de dependência causada pelo medicamento, algo que possivelmente aconteceu na morte do cantor Prince, falecido em 2016.

Você sabia? Steve Jobs, o fundador da Apple, recebeu opióides devido a sua dor,  quando sofria dos estágios terminais do câncer de pâncreas. É especulado que a parada respiratória de como ele morreu, foi provocada pelos opióides.

O opióide é considerado um dos melhores analgésicos, principalmente quando nada funciona. Mas o que ocorre é que ele começa a ser usado por causa das dores intensas, depois ocorre o processo de ‘’sedução” da droga, gerando a alta dependência e o vício, algo extremamente perigoso.

A diferença entre o opióide e as drogas alucinógenas, como heroína, cocaína, LSD é que além de ser um medicamento legalizado, o opióide não tira ou altera a consciência do usuário, mas pode levar o indivíduo ao vício.

Qual a sensação do indivíduo com a utilização do opióide? O indivíduo sente uma sensação de alívio e extrema plenitude, seus sentidos continuam funcionando, não apresenta alucinações.

Ocorrem casos em que pacientes inventam que estão sentindo dores e vão para o hospital para continuarem ingerindo os opióides.

De acordo com uma pesquisa do Journal of Pain Research 2015, o Brasil é um entre os 10 países que menos prescrevem opióides no mundo.

No ano de 1999, foi realizado um levantamento pelo CEBRID em residências das 24 maiores cidades do Estado de São Paulo, não houve nenhum relato de uso dessas substâncias. Entretanto, somente muito raramente os hospitais e clínicas brasileiras tratam de pessoas que estão dependentes de morfína ou heroína, geralmente são pessoas que retornaram dos Estados Unidos e Europa.

Se a utilização não é por receita médica, a pessoa será considerada dependente e por lei, deve se submeter ao tratamento.

Conclusão

Espero que você tenha compreendido o perigo do uso de opióides ou opiáceos para aliviar a dor de pacientes com câncer e outras doenças que causam extrema dor, devido ao seu alto poder de levar o paciente ao vício da substância.

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Este blog é apenas um blog educativo. As informações e serviços aqui contidos não devem ser interpretados como um diagnóstico, tratamento, prescrição ou cura para a doença. Aqueles que buscam tratamento para uma doença específica devem consultar seu médico para determinar o protocolo de tratamento adequado, correto e aceito antes de usar qualquer coisa que é divulgado nesta página. O material referenciado acima reflete a convicção sincera da Dra. Marina Bernardi sobre esta nova medicina.