As duas possíveis causas da Microcefalia sob o olhar da Germânica Heilkunde

As duas possíveis causas da Microcefalia sob o olhar da Germânica Heilkunde

Todos sabemos o quanto a Microcefalia tem sido um assunto polêmico e de grande preocupação.  De acordo com a literatura a Microcefalia é uma doença em que a cabeça e o cérebro das crianças são menores que o normal para a sua idade, o que prejudica o seu desenvolvimento mental.

Diversas causas tem sido encontradas até hoje, entre elas o Zika vírus.

Do ponto de vista de  Dr. Rike Geerd Hamer, descobridor da Nova Medicina Germânica ou Germânica Heilkunde, como está sendo chamada agora, tanto as bactérias ou vírus, em geral os microrganismos, não são os responsáveis pelas doenças e sintomas, mas sim somente cumprem a sua função, de restaurar tecidos, limpar. Todos sabemos por exemplo que temos bactérias em todo o corpo e graças a elas sobrevivemos, o mesmo acontece com vírus. Há cientistas como Stefan Lanka, dentre outros, que coloca em dúvida a existência do próprio vírus, e fala que somente o vírus entra em ação, quando é necessário, para reconstruir tecido.

Para a Nova Medicina Germânica o Zica Vírus não é o responsável pela Microcefalia. Segundo Dr Hamer, um evento seja ele inesperado, dramático e vivido em solidão, afeta nosso corpo  e dependendo como foi esse “choque biológico”, um órgão do nosso corpo relacionado a esse choque, responde. E assim é com esses bebês desde a concepção.

As duas possibilidades

Há uma parte da Germânica Heilkunde, que explica os fenômenos que ocorrem no Córtex cerebral.

Quando uma pessoa sofre dois conflitos biológicos (eventos inesperados) que estão relacionadas ao córtex, um em cada hemisfério cerebral, chamamos de “Constelação territorial”. Sempre que ocorre uma constelação territorial há um “congelamento” no desenvolvimento mental e também nesse caso, do desenvolvimento do cérebro. É como se a pessoa paralisasse no tempo em que viveu seus conflitos.

Em pessoas adultas, podemos perceber essa manifestação, através da aparência mais jovem. A idade mental da pessoa permanece na idade em que a pessoa viveu esses conflitos, até que eles sejam resolvidos.

Do ponto de vista dessa medicina a Microcefalia, é gerada por conflitos biológicos (eventos impactantes em nossa vida) com a mãe ou o próprio bebê no ventre, que fazem com que o desenvolvimento cerebral se interrompa e a idade mental estacione.

Para que você entenda mais sobre esses conflitos biológicos, os chamados territoriais, vou exemplificar alguns aqui: conflito de identidade (não sabe a que lugar pertence), de contrariedade (raiva),  território ameaçado/susto/medo;  conflitos sexuais (é traída pelo parceiro), perda de território, conflitos auditivos (não gosta do que ouve no sentido territorial), marcação territorial (alguém invade seu espaço)..

Dr Hamer na década de 80, conseguiu comprovar a ligação com esses eventos inesperados e a resposta biológica em nosso corpo. E encontrou essa área territorial do córtex, que comanda também nossos hormônios, onde encontramos as constelações territoriais.

A segunda possibilidade é da associação da Microcefalia com medicação ou vacinas aplicadas durante a gestação, que pode interferir com o desenvolvimento normal do feto.

E como resolvermos esse problema?

Jamais poderemos evitar conflitos biológicos, por eles serem inesperados, porém a informação altera o comportamento!  A gestante precisa ser protegida, e viver uma vida tranquila durante estes nove meses.  Nove meses de paz, de conforto, com pessoas que goste, livre de preocupações, livre de tantos exames, livre de medos, livre de disputas, com suas necessidades básicas preenchidas. Com tanta informação circulando hoje em dia, percebe-se uma mudança nos paradigmas da gestação e nascimento, com menos medicação e maior liberdade de escolha por parte da mãe.

Uma vez ouvi falar sobre colocar a gestante em uma “ bolha” e é mais ou menos assim que deveria ser. Acredito que tudo pode ser melhorado, é uma questão de escolha, de ajudar ao próximo, e somente com a informação e consciência podemos chegar lá.

Um grande abraço!